Centro especializado em obesidade, oferecendo avaliação, acompanhamento e opções terapêuticas conduzidas por equipe multiprofissional.
A obesidade é uma doença crônica. O acúmulo excessivo de gordura no corpo aumenta o risco de doença cardiovascular, diabetes, hipertensão e alguns tipos de câncer.
Se você já tentou perder peso várias vezes e não conseguiu manter, isso não é falta de disciplina. É como a doença se comporta, e existe tratamento.
A obesidade tem várias causas atuando ao mesmo tempo:
A obesidade aumenta o risco de:
Também afeta o dia a dia:
Cansaço, limitação para atividades comuns, dificuldade para dormir bem. A boa notícia é que boa parte disso melhora com a perda de peso, mesmo quando ela é modesta. Uma redução de 5% a 10% já traz benefício mensurável na pressão, na glicemia e na apneia.
O acompanhamento começa com uma avaliação que vai além do peso: composição corporal, exames metabólicos, medicações em uso, sono, rotina alimentar e o histórico das tentativas anteriores.
Acompanhamento médico. Consultas periódicas para tratar a obesidade e as doenças associadas, com medicação quando indicada. O objetivo inclui manter o peso perdido, não só perder.
Nutrição. Plano alimentar construído a partir da sua rotina, com acompanhamento de composição corporal para preservar massa muscular durante a perda de peso.
Apoio psicológico. Compulsão alimentar, ansiedade e a relação com a comida entram no tratamento quando fazem parte do quadro. A definição do tratamento é feita na consulta, caso a caso.
O IMC é o peso dividido pela altura ao quadrado:
IMC = peso (kg) ÷ altura² (m)
Uma pessoa de 110 kg e 1,65 m tem IMC de aproximadamente 40. Na prática, basta dividir o peso pela altura e depois dividir de novo pela altura.
O IMC serve para classificar, não para dizer tudo. Ele não distingue gordura de músculo nem mostra onde a gordura está distribuída, e por isso a avaliação inclui também circunferência abdominal, composição corporal e exames.
A maior parte dos casos de obesidade é tratada clinicamente. A cirurgia entra em situações específicas:
IMC acima de 40 kg/m²
IMC entre 35 e 40 kg/m² com doenças associadas, como diabetes ou hipertensão
IMC entre 30 e 35 kg/m² em casos selecionados, como diabetes de difícil controle
A indicação vem depois de uma avaliação completa e quando o tratamento clínico não foi suficiente para controlar a doença. Não é o primeiro passo, e a decisão é
sempre construída junto com o paciente.
A maioria das cirurgias é feita por videolaparoscopia ou robótica, com pequenas incisões e uma microcâmera.
É a técnica mais realizada e estudada no mundo.
Como funciona: reduz o tamanho do estômago e desvia parte do intestino. Com isso, a pessoa passa a comer menos, absorve menos calorias e sente menos fome, por alterações hormonais que acontecem depois da cirurgia.
O que se espera: perda de peso importante e sustentada, com melhora do diabetes, da pressão e de outras doenças associadas. O resultado varia entre pacientes e é acompanhado ao longo do tempo.
Como funciona: parte do estômago é removida e o que resta assume um formato de tubo. O resultado é redução da quantidade de alimento e diminuição da fome.
É uma cirurgia tecnicamente mais simples que o bypass e pode ser a melhor escolha em determinados casos. A definição da técnica é feita na consulta, considerando o quadro clínico, as doenças associadas e o histórico de cada paciente.
A cirurgia bariátrica é um procedimento bem estabelecido, com décadas de uso e resultados consistentes. Como toda cirurgia, tem riscos, e eles são reduzidos com preparo adequado e equipe experiente.
Os principais são sangramento, infecção, trombose e vazamento nas suturas, este último raro mas importante. É por isso que a avaliação antes e o acompanhamento depois fazem parte do tratamento, não são etapas opcionais.
Internação de 1 a 2 dias, na maioria dos casos
Retorno às atividades leves em cerca de uma semana
Perda de peso progressiva ao longo de 12 a 18 meses
A cirurgia reduz a fome e a quantidade de comida, mas não resolve sozinha. O resultado a longo prazo depende de mudança alimentar, atividade física e acompanhamento continuado com a equipe. Quem faz esse acompanhamento mantém melhor o peso perdido.
Você recebe orientação detalhada sobre medicação, controle da dor, alimentação orientada por nutricionista e retorno gradual às atividades. Caminhar cedo, ainda no hospital, é uma das medidas mais importantes para evitar complicações.
O acompanhamento continua depois da alta, com consultas periódicas, exames e reposição de vitaminas quando indicada.
Algum reganho é comum com o passar dos anos, e não significa que a cirurgia falhou. Quando acontece, existe avaliação e tratamento: revisão alimentar, acompanhamento clínico e, em casos selecionados, associar medicação ou reabordagem cirúrgica. Por isso o seguimento a longo prazo faz parte do tratamento.
Sua segurança é nossa prioridade absoluta. Se sentir qualquer sintoma fora do comum, não hesite em nos procurar:
Atendimento presencial ou por teleconsulta. Retorno em até 24h.
A Gastrocamp é referência no tratamento de obesidade em Campinas, oferecendo diagnóstico preciso e acompanhamento com médicos especialistas em obesidade. Nosso hospital atende pacientes de Campinas e região, com estrutura moderna e opções completas de tratamento para obesidade.
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